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Um Teclado Feito de Vidro

Junho 23rd, 2008 por Edson

O “No-key Keyboard” não tem teclas, é uma superfície de vidro com o desenho das teclas. O teclado usa uma câmera com tecnologia de captura de movimentos para acompanhar seus dedos e selecionar corretamente a tecla que está a ser escolhida.
O teclado “No-key Keyboard” é apenas um conceito e ainda não está a ser produzido comercialmente.
Foto Um Teclado Feito de Vidro

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Emoções tecladas

Junho 8th, 2008 por Nullsh

Emoções tecladas

Foto Emoções tecladasEste teclado é só para quem não consegue passar mais de cinco minutos sem enviar um Emoticon: em mensagens instantâneas ou mesmo em SMS. O teclado é ainda um protótipo e chama-se Look@Me.

Este teclado destina-se exclusivamente à escrita de Emoticons, até agora são cerca de 40 os que podem ser escritos. Em vez de ver um teclado completo, só fazem parte dele teclas de que necessita para escrever as suas emoções online apenas com uma mão.

O conceito foi criado por uma subdivisão da empresa Asus preocupado com o design, a Pegatron – este está agrupado no tema Between On&Off. Não nos responsabilizamos caso comece a soletrar os Emoticons em vez de escrevê-los. Ponto e vírgula, fechar aspas!

IN t3.com.pt

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Ecrã de computador, a evolução do monitor

Maio 10th, 2008 por Mac

Há quanto tempo está a olhar para o ecrã?

No mínimo, há alguns minutos; em média, há várias horas; no máximo… só os seus olhos raiados de vermelho saberão dizê-lo. Desvie agora o olhar do ecrã durante alguns instantes, descanse um pouco as retinas e sinta toda a sua face descontrair. Não é para menos - sem se dar conta, o seu rosto tem estado retesado num longo confronto com o computador a ver quem primeiro desvia o olhar. E o computador ganha sempre. Mas décadas houve em que não tinha sequer um rosto para poder ganhar.

A FACE OCULTA

Todo e qualquer aparelho, do mais simples ao mais complexo, requer dois elementos básicos para poder ser operado: um método de acção e um método que mostre o efeito dessa acção. Ao pedalarmos numa bicicleta, a bicicleta move-se. Ao teclarmos, vemos o resultado num ecrã. Mas, na década de 50, o ecrã de um computador era um conceito de ficção científica. O resultado da introdução de dados nos primeiros computadores electromecânicos ficava registado em intermináveis folhas de 80 colunas expelidas pelos teleimpressores. Só no cérebro prodigioso dos programadores tinha lugar a visualização propriamente dita do processamento de dados, num turbilhão de incontáveis sequências de dígitos, instruções, registos e endereços de memória.

Na altura, a televisão, muito popular nos EUA, já se afigurava como tecnologia ideal para dar um novo rosto ao computador, pelo que não tardou que o vídeo fosse adaptado como meio de saída de dados das gigantescas unidades de processamento dos anos 60. Nascia a era do terminal informático, se bem que muitos profissionais ainda os considerassem como meros teleimpressores de vidro.

TECLA PREMIDA, RESULTADO À VISTA

O VT52, da DEC, foi um dos primeiros terminais a fundir a introdução de dados via teclado com a visualização do respectivo resultado. O antigo método de programação informática, que antes se iniciava com cartões perfurados e finalizava em papel matricial, estava agora assimilado numa única consola de operação interactiva - uma consola com cujo ecrã se podia gerir e controlar todo um sistema computacional. Ou seja, monitorizá-lo.

O monitor rapidamente passou a ser a principal metáfora visual a que se associa qualquer aparelho informático: um altar para aficionados, sinal de terror para inadaptados, nota de enfado para melancólicos. No fundo, uma janela para a alma de cada computador e seus utilizadores.

CRT, LCD, TFT E MAIS QUÊ?

A evolução do monitor convergiria inevitavelmente com o progresso tecnológico dos sistemas de vídeo. Os PC da década de 80 reflectiam nos seus monitores de ecrã esverdeado o legado dos terminais da década anterior, mas outros sistemas aproveitavam recursos já existentes para apostar no entretenimento para toda a família. Consolas como a Philips Videopac, NES e Megadrive faziam da televisão de casa o seu próprio monitor, e os famosos computadores ZX Spectrum, C64 e Commodore Amiga seguiram-lhes o exemplo. Ainda hoje, a televisão continua a ser o derradeiro núcleo das inúmeras propostas de futuras casas inteligentes.

Contudo, o núcleo visual do computador moderno é sem dúvida o monitor TFT (transístor de película fina), uma versão avançada da tecnologia LCD. O sistema é engenhoso: através de uma corrente eléctrica direccionada, toda a matriz de cristais líquidos microscópicos posiciona-se na superfície do ecrã de modo a filtrar a luz uniforme emitida pelo monitor, gerando píxeis de cores. Mas outros métodos podem vir a ser ainda mais revolucionários. Com a tecnologia OLED, prevêem-se ecrãs que poderemos enrolar e levar para qualquer lado. E há em estudo dispositivos de projecção de imagem directamente na retina. Mas para já, deslumbre-se com este fascinante vídeo de um protótipo de imagens em 3D. E não se esqueça: olhar para o monitor pode ser um requisito dos nossos tempos modernos, mas olhe também por si.